No último dia 19, Amy Lee deu uma entrevista para o site Aol.com. Na entrevista, eles conversam bastante sobre o casamento de Amy e ela revela a primeira música que ela compôs. A tradução, feita pela equipe Amylee.com.br, você confere logo abaixo. Boa leitura!
O Evanescence está na estrada já faz um ano, e agora vocês estão planejando uma turnê de outono. Isto é bem exaustivo. Você está cansada?
Bem, eu to fazendo as coisas melhores desta vez. Quando nós fizemos a turnê do Fallen, eu estava absolutamente exausta. Nós não tiramos folga em nenhum momento entre as turnês. Fazer turnê durante um ano significa muito tempo, exceto quando você tira uma folga antes de começar outra turnê, nós sempre tiramos duas semana aqui, outra semana lá... Na verdade, eu estou tirando uma folguinha de três semanas agora mesmo, então estou mais que preparada para começar a viajar. Eu tive tempo o suficiente para planejar o repertório e outras coisas legais que eu quero fazer e que, nós não fazemos há algum tempo. Eu quero fazer desta turnê a melhor de todas, porque eu sei que vai ser a última.
A banda também passou por uma outra rodada de mudanças, com a saída do guitarrista John Lecompt e do baterista Rocky Gray, com a entrada do guitarrista Troy McLawhorn e o baterista Will Hunt. Como está mudança, e as outras mudanças do Evanescence, têm afetado você?
As pessoas, quando falam sobre as mudanças, fazem isso parecer como se fossem apenas, sei lá, alguns meses ou um ano que estamos aí. Mas já fazem cinco anos. Mas tudo está bem agora. Nós realmente trocamos alguns membros neste ano, e é claro que isso me afeta. Trocar membros é uma coisa grande – não é algo que você quer fazer sempre. Seria muito mais fácil se nós pudéssemos seguir com os mesmo membros até o fim, e tudo funcionaria perfeitamente e todos nós não cresceríamos e todos permaneceriam as mesmas pessoas para sempre. Mas não é assim que as coisas funcionam. Este é o porquê você passa por tantas relações durante a sua vida. Nós todos estamos felizes e trabalhamos melhor com Will e Troy. Eles amam tocar com a gente e eu simplesmente amo tocar com eles. Isso é, definitivamente, uma coisa boa.
Você já começou a escrever novas coisas para o sucessor do The Open Door?
Há sempre idéias na minha cabeça. Eu tenho escrito algumas coisas mas eu não sei ao certo a onde eu coloquei. Eu não quero planejar escrever, eu não quero dar uma data ou ficar me preocupando com isso. Eu só quero escrever música e depois ver o que eu faço. Eu realmente quero continuar com o Evanescence e ir adiante. Eu estou escrevendo mas eu ainda não sei o que fazer com isso.
Você se casou em maio com o seu amigo de infância, Josh Hartzler. Você achou estranho dizer “meu marido” no começo?
Sim. Eu estou me acostumando agora [risadas]. Nos primeiros meses, você não consegue dizer isto sem dar risadas. É como se você estivesse brincando. É bem estranho.
Como o casamento é para você?
É bom, e faz tudo ficar um pouquinho mais fácil em vários sentidos. É como se fosse... tudo não é o fim do mundo e não é tudo sua responsabilidade. Você faz parte de um casal, então você tem o apoio da outra pessoa, também, é ela que está trabalhando com você. Em um casamento, você não está sozinha. Eu sei lá, é melhor que antes.
O que o seu marido lhe trouxe que, talvez você nunca tenha tido antes ou não poderia ter estando sozinha?
Pode levar algum tempo para eu descobrir. Mas eu vou lhe dar uma resposta curta. Ele é bom, na verdade, em dar conselhos – como um psicólogo. É bem legal porque este é um meio em que eu sempre estive envolvida (psicologia). Eu tenho aprendido muito com ele do que com outros – ele muito a me oferecer, ajuda mental, quando ser racional, quando não ser, analisando tudo o que está acontecendo comigo e porque as pessoas agem do jeito que elas agem. Eu acho que o mais interessante é que as pessoas machucam você. Quando as pessoas estão sendo más ou cruéis com você, você pensa “Por que ela faria isso?”. Elas projetam a dor delas de um jeito diferente. É bem mais fácil você transformar sua raiva e seu ódio em compaixão e amor quando se tem outra pessoa... se isso faz algum sentido. Eu nem sei se isso ao menos soa como se eu estivesse falando do meu marido, mas ele é uma pessoa muito legal com muito a oferecer.
Eu sei que o novo single da banda, “Good Enough”, é sobre o seu marido. Você escreveu a música quando vocês já estavam juntos?
Bem, quando eu o conheci, eu tinha dezoito anos, mas nós não mantínhamos contato, mas ele sempre fez o inferno para conseguir meu número com um amigo ou sei lá. Quando eu o conheci pela primeira vez, eu tive uma enorme queda por ele, mas eu estava em uma outra relação e eu não queria acabar com ela. É até engraçado porque foi muito natural – era pra ser. Anos depois, eu saí de um difícil relacionamento com um término complicado, então eu não estava pronta para outro namoro. Ele me ligou na outra semana, mês, sei lá, e disse “Hey, nós devíamos sair, estou na cidade”. Nós vivíamos em extremos opostos do país. Então eu o conheci melhor nesta festa, sabendo que era perigoso me apaixonar, e eu escrevi Good Enough duas semanas mais tarde. Eu esperei terminá-la para mostrar a ele. Eu sabia que eu ia ficar muito nervosa – mais nervosa do que tocar para um grande público. Ele amou a música.
Como crescer em uma cidade pequena – Little Rock, Arkansas – te levou a ser quem você é?
Nós nos mudamos para lá quando eu já tinha treze anos de idade, e eu estava naquela fase de ficar dizendo “eu odeio isso”. Nós nos mudávamos bastante porque meu pai trabalhava em rádios. Eu fiquei tipo “Eu era feliz a onde eu estava, e nós nos mudamos. Por que a gente teve que se mudar pra essa cidade estúpida?”. Tinha toda essa energia negativa. Eu era muito diferente. Eu costumava a me vestir estranho... não que eu não me vista agora [risadas]. Eu entrei para a escola, e era um colégio preparatório, era muito estranho. Foi uma estranha adaptação pra mim. Eu fiquei muito solitária por um tempo. Eu acho que foi isso que fez pressionou depois, porque eu meio que fui obrigada a pensar e a me sentir, a fazer coisas que todo adolescente e pré-adolescente faz. Então, eu comecei a escrever. Escrever se tornou um remédio para tudo de ruim que eu estava sentindo, e eu senti muita coisa ruim por um bom tempo. Mas eu tenho me tornado uma pessoa que consegue escrever sobre todas as emoções para fazer músicas, não só os sentimentos tristes.
Você se lembra da primeira música que você escreveu?
Eu acho que sim. Eu não sei qual das composições que conta, porque no começo eu queria ser uma compositora clássica. Há uma chamada “Eternity of the Remorse” (Eternidade do remorso), é bem depressiva e muito dramática [risadas]. Eu tenho a partitura, eu a escrevi quando eu tinha uns onze anos. Mas a primeira música que eu realmente escrevi foi para a aula de Inglês na oitava série. Nós nem tínhamos que escrever uma história ou uma música, mas eu pensei “eu vou fazer algo que ninguém está fazendo”. E eu escrevi essa música e a gravei na fita cassette, tocando violão e cantando com uma amiga do coral que me ajudou nos backings. Foi estranho para mim e eu meio que fiquei doida por causa disso porque, lembrando quem eu era, eu era a garota quietinha da sala e quando eu coloquei a fita pra tocar todo mundo amou a música. Minha professora mostrou a fita para a classe toda. A música era muito extravagante. O nome dela era “A single Tear”... “will linger here inside me forever” (“Uma única lágrima”…”irá persistir dentro de mim para sempre”). Sério, era muito ruim, mas para uma aluna da oitava série eles acharam que era impressionante.
Parece que sempre houverem pré-conceitos de quem você é. Há algum que você gostaria de dividir?
Esta é minha chance! [risadas] Eu vou dizer isso porque uma grande parte sobre crescer nessa coisa toda – esse mundo de celebridade – é aprender que você não deve ligar para o que as pessoas pensam sobre você. Você tem que se desprender e não se preocupar de coisas como “Por que eles pensam isso? Isto não é verdade! Eles não me conhecem.” Isto não importa. Tudo o que importa são seus amigos – as pessoas que realmente te conhecem. Não há, de forma alguma, uma maneira de você convencer o mundo todo de quem você é, sendo que eles nem ao menos te conhecem.
Obs; Para quem não sabe, esta será realmente a última turnê do Evanescence para o álbum The Open Door. Turnê que inclui shows nos Estado Unidos e México. Após esta turnê, a banda começará a trabalhar em um novo álbum.
No show de ontem a noite, 23 de Outubro de 2007, o Evanescence voltou em turnê com uma apresentação no Bank United Center, na Flórida.
Amy já havia prometido surpresas - Músicas nunca tocadas antes ao vivo, e de acordo com o usuário Broken Rebel do Evthreads, foram tocadas MISSING, UNDERSTANDING e LOSE CONTROL!
O Show começou com Lose Control (Completa) seguida por Weight Of The World. Understanding, de acordo com o usuário, é aparentemente diferente das 3 versões existentes já gravadas! My Immortal também foi tocada!
A Setlist oficial ainda não foi divulgada!
Lista FORA DE ORDEM:
Lose Control Weight Of The World Sweet Sacrifice Going Under The Only One Good Enough Lacrymosa Imaginary Whisper Bring Me To Life My Immortal Your Star Missing Haunted Understanding Lithium Call Me When You're Sober All That I'm Living For
Bem, soltaram para compra no ITUnes o Novo clipe do Evanescence, Good Enough. Essa é a versão Editada do Clipe, a 1 mês soltaram uma só que não editada, sem alguns efeitos especiais. A Grande diferença alem dos efeitos é ue a imagem está mais clara. SEgunda feira o clipe estréia oficialmente no TRL na MTv e outros canais Clique na Imagem a baixo para baixar o clipe
Dia 10 de Setembro estreia MUldialmente o Single Good Enough no mundo inteiro. O Clipe será transmitido pelos canais MTV e Muchmusic e outros mundo a fora!
Turismo é uma serie da MTV que leva varias bandas junta a tocarem em lugares diferentes. E Eles vão fazer uma nova temporada da serie, e o Evanecsence estara nela com as seguintes bandas:
Fall Out Boy,Miranda!, Maná, Belanova, Kudai, Lilly Allen e RBD. A serie durara 8 episodios e passara por cidades da CIdade do Mexico (onde a banda já tem 3 shows sconfirmados) Buenos Aires (SIM ELES VOLTARAM A AMERICA LATINA!!!!!!!!!!), e a Espanha
"A cantora Sandy junto com seu irmão Júnior, estavam na Mtv domingo passado dia 19/08, participando do programa Vjs por um dia quando passou um vídeo deles cantando Evanescence. Sandy disse que curte muito a banda, é super fã, e que inclusive já foi ao show deles, entrou no camarim, tirou fotos com a banda, etc... Disse ainda que perguntou a Amy como ela consegue cantar em tons agudos o tempo inteiro nos shows da banda, pois quando ela fez uma versão de Bring me to life (uma de suas músicas favoritas) em alguns shows da dupla, ficou meio sem fôlego no final... Imagina cantando todas do Evanescence?" - diz Sandy.
O cover escolhido para fazer parte do setlist da banda durante a Family Values Tour é a música People are Strange do The Doors. Confiram um pequeno trecho da apresentação no vídeo abaixo:
Logo, postarei mais vídeos da turnê Family Values Tuor. ;)
O texto abaixo é referente a um recente post do Jack (da banda Machina) em seu Myspace. Jack já havia postado várias vezes acusando Amy de ter sido falsa em ter despedido seus amigos e companheiros de banda (John e Rocky). Mas desta vez... é interessante que todos vocês leiam o texto.
Importante! Há fortes especulações de que o Myspace da banda foi invadido perto da data em que o post foi feito, não nos dando certeza se esse texto é, ou não, original do Jack.
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Hey, pessoal.
Aqui é o Jack. E eu preciso dizer pra vocês, eu estou muito bêbado. Eu quase cai agorinha. Cadê as teclas? Tá, tudo bem. Se vocês não conseguirem ler, é porque eu estou meio cego e eu não consigo achar as teclas...
De volta ao assunto, eu estou bêbado. Eu estava navegando por aqui e comecei a ler algumas coisas no fórum e pensei: NOSSA! Esse pessoal é muito idiota!
Então, eu estava lá, aqui, há algumas semanas e escrevi algumas coisas estúpidas. E TODO MUNDO acreditou em mim. E é muito engraçado, sabe? Eu disse para vocês “Novembro, o mês sem membro”. Que estupidez! Novembro é o final da turnê, como vocês sabem agora. É a única coisa que eu sei. Bem, todos nós sabíamos disso. Aí eu digo “o mundo vai acabar” e vocês acreditam em mim. Isso é patético. Eu não estou nem aí, agora. Então, eu contei para vocês sobre os meus dois amigos. O cara com a guitarra e o outro cara com as baquetas... Eles queriam escrever para o próximo álbum, lembram? O que eu disse para vocês? Eu não me lembro muito bem. Mas era algo do tipo, NA VIDA REAL, não na ficção, galera: meus dois amigos falaram com a ‘ídola’ de vocês. E ela estava tipo: “ vocês querem escrever para o próximo álbum? Ok, mas eu quero estar por dentro. Nós podemos escrever juntos”. E os caras estavam tipo: “de jeito nenhum! Vocês é uma garota boba, com problemas bobos. Nós queremos escrever sobre suicídio e sobre o quão macho nós somos”. Ta, de boa, eles não falaram exatamente aquilo pra ela. Eles disseram que “não” pra ela. Mas eles escreveram da mesma maneira e ela recusou, porque ela disse que queria estar por dentro. Mas o problema é que eles nunca gostaram dela. Eles faziam piadas horríveis sobre ela pelas costas, toda hora. Eles estavam com vergonha por trabalhar com uma menina mais nova e mais poderosa do que eles nunca foram. Eles odeiam trabalhar pra uma menina. É isso. Apenas crises de macho.
Eu não gosto da sua ‘ídola’, para ser honesto. Eu não sei por quê. É muito bem mais paga. Ela é famosa. As pessoas gritam o nome dela. E eu sou nada. Mas tanto faz. Ela tem uma coisa boa que eu costumo gostar. Ela realmente ama a banda dela. Não apenas por causa da fama ou do dinheiro, como eu faria, se eu pudesse. Mas basicamente, por causa dos fãs dela. Ela ama os fãs dela. Ela estava trabalhando infeliz com esses caras. Eles tratavam ela como se fosse uma bosta, toda hora. Sabe? E ela tolerava eles, porque ela não queria machucar os sentimentos dos fãs dela. Quando ela não podia agüentar mais, ela os despediu. E os fãs... as pessoas pelo qual ela se sacrificou por meses, começaram a chamar ela de “vadia”. “Oh, eu odeio aquela vadia!”, “ela não é real, ela não pode me salvar”, “ a máscara caiu”, sei lá o que mais. E eu acho que as pessoas foram tão cruéis sem saber o que estava realmente acontecendo. Então é muito fácil mentir para todo mundo, eles irão acreditar em mim. É! Isso funciona! Mas eu ainda sou um nada... Nós não temos shows para fazer, nós não podemos pagar nossas contas e eu estou em depressão... e bêbado. Eu disse “bêbado”? Nós fizemos de tudo para colocar ela no chão, chamar atenção, e nada funcionou. Por quê? Eu estou doente. Eu irei vomitar amanhã e me sujar com o meu próprio vômito. Yeah, eu sou um rock-star, baby...
Paz, Jack.
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Minha opinião sobre o assunto:
O Jack é um verdadeiro falso.Acredito que ISSO é falso,porque do jeito que ele falou da Amy da última vez,ele foi BEM verdadeiro nas opiniões dele.Cansei dessa história.O Jack e o John me irritaram.
Concerteza a MTV merece ser torturada até a morte. Para quem não assistiu a matéria feita por essa merda de canal, não perdeu nada. Eles acabaram com o Evanescence, literalmente. Fizeram uma sátira horrorosa com a Amy Lee e seu noivo, chamaram o Evanescence de "bandinha emo", e coisas muito piores.
Eu, sinceramente, fiquei decepcionada com o MTV. Logo eles, que vivem falando mal de emos não sabem julgar o que é ou não emo.
A Mtv vive pagando pau pra bandinhas do estilo Fall Out Boys, Panic!At the Disco e muitas outras bandas verdadeiramente EMOS.
A MTV merece a MORTE.
Foi só uma citação,não tive como esconder minha ira com aquela entrevista.
A única coisa que valeu a pena,foi ouvir o que a Amy Lee disse sobre as cantoras que fazem sucesso,só porque estão semi-nuas (as quais,a MTV também idolatra).
Se a MTV está afim de ganhar ibope com esses tipos de cantoras e essas bandinhas mediocres,ela que o faça. Mas,não culpe o Evanescence por isso.